Tanto que apenas elas vinham sendo oferecidas em pré-venda pela rede concessionária, conforme a Mobiauto antecipou. Se você acha que nosso blog também pode ajudar outras pessoas, não esqueça de compartilhar por e-mail ou nas redes sociais. Veja, aqui no blog, o duelo entre SW4 ou Discovery Sport para descobrir qual é o melhor. Enfim, se essa batalha de veículos foi interessante para você, talvez você goste de ler, também, o comparativo entre Hilux SW4 ou Pajero Dakar que fizemos aqui no blog. A vitória, para nós, fica com a SW4, que entregará mais custos benefícios ao longo do tempo, e também uma revenda mais valorizada, por pertencer à Toyota.
BYD King GL: detalhes do rival do Toyota Corolla em 21 fotos exclusivas
Em todos os momentos, o motorista deve permanecer no controle integral de seu veículo. O funcionamento do Toyota Safety Sense pode ser afetado, diminuído ou prejudicado devido a fatores externos e a Toyota não é responsável por quaisquer consequências derivadas do uso do sistema. Depois, o SW4 mostrou como é espaçoso na hora de ajudar com uma mudança da família. Mesmo com os bancos da terceira fileira – que servem só para crianças ou adultos pequenos – “pendurados”, roubando espaço, rebatendo segunda e terceira fileiras deu para levar uma quantidade enorme de coisas. O Toyota SW4 virou um caminhão de mudanças, e, com tanta carga, a suspensão ficou até mais confortável.
Toyota SW4 SRV
Tais valores poderão variar de acordo com os hábitos de condução do motorista. No Programa Brasileiro de Etiquetagem de 2023, o veículo SW4 Diesel 4×4 SRX / Diamond possui nota C com consumo de 9,8 km/l na cidade, 11,2 km/l na estrada. Apesar de derivado da Hilux, o SW4 troca a suspensão “de picape” por uma de quatro braços, aumentando o conforto a bordo. O Volkswagen Touareg é um SUV de grande porte com um design elegante e recursos avançados de tecnologia. Disponível em várias versões e motores, o Touareg é um concorrente forte no mercado de SUVs de luxo. O SW4 aproveita seu torque desde as rotações mais baixas e trabalha o câmbio para isso - é o único com modos de condução Eco e Sport.
Nissan Sentra 2025: preços, versões, equipamentos e tudo o que muda
Colocando na prática, com o tanque de 52 litros cheio, esse SUV rende 608,4 km, dá para ir de São Paulo a Belo Horizonte sem parar para abastecer. Mas é melhor fazer uma pausa, para lavar o rosto e tomar uma água, para seguir viagem de forma segura. Talvez a maior desvantagem em relação à autonomia do GLB 200 é que ele não é flex como a maioria dos seus concorrentes diretos. Por fim, para quem gosta de pegar estrada, ele faz 11,7 km/litro. Para quem ainda não esteve a bordo de um Mercedes-Benz, vale citar algumas curiosidades, como o câmbio "fake". Isso mesmo, ele tem apenas uma função estética, mas as funções Park, Drive e ré são selecionadas através de uma aleta atrás do volante, que corresponderia ao limpador de para-brisas em outros modelos. Na frente, os bancos são ainda mais robustos, macios e em um formato que te acomoda tão confortavelmente quanto a poltrona da sua casa.
VW T-Cross 2025: preços, itens de série e diferença entre versões

Assim, o SUV consegue sair do 0 a 100 km/h em 12,3 segundos, alcançando a velocidade máxima de 180 km/h. Aliás, possuem a estrutura de uma picape média, ou seja, chassi separado da carroceria e não monobloco, assim como os modelos compactos. Confira, no artigo de hoje, as principais características e recursos de cada modelo – tais como litragem do motor, equipamentos de série e características gerais – para fazer a melhor escolha de compra. As pedaleiras são de alumínio e, no volante, o revestimento é de couro com detalhes microperfurados e costura vermelha. Além disso, acesse carros da Toyota e veja todos os modelos disponíveis da montadora.
Conectividade e segurança
Outro ponto que retém a atenção dos ocupantes é a enorme tela formada pelo cokipit digital de 10 polegadas e central multimídia de 10,2 polegadas. E ainda tem toda a parte mecânica do SUV, compartilhado com a Hilux em grande parte, mas com duas diferenças fundamentais pensadas em conforto e segurança. A primeira é que as molas do eixo traseiro (ainda rígido) são helicoidais como num carro convencional. A segunda é que o SW4 tem freios a disco nas quatro rodas, algo que a picape só oferece nas versões mais caras. Agora custando R$ 390 mil, o SW4 SRX traz as qualidades de sempre, mas somadas a novidades no design, na lista de equipamentos e na mecânica. O Mitsubishi Pajero é um SUV de grande porte conhecido por sua capacidade off-road e desempenho robusto.
SEGURANÇA
- Em tempos de tecnologia, o sistema Toyota Safety Sense vem atualizado com as funções de detecção de pedestres e ciclistas.
- O motor a gasolina de 2,7 litros é um motor de quatro cilindros em linha que produz uma potência máxima de 163 cavalos e um torque máximo de 25,1 kgfm.
- O câmbio automático tem 6 marchas e a tração é 4x4 de verdade, incluindo caixa de redução e bloqueio do diferencial traseiro.
- A suspensão tem um acerto mais macio e a direção elétrica deixa o SUV mais fácil para ser utilizado em manobras e no dia a dia.
- Mais do que isso, é um aventureiro que aguenta qualquer tranco.
A SW4 foi lançada pela primeira vez em 1984 como uma versão com tração nas quatro rodas da picape Hilux da Toyota. O modelo original apresentava um motor diesel de 2,4 litros e capacidade para cinco passageiros. Em 1989, a SW4 recebeu uma atualização de design e um motor a gasolina de 2,7 litros. O motor gera 224 cv de potência e 55 kgfm de torque máximo. A aceleração de 0 a 100 km/h é realizada em 11,8 segundos e a velocidade máxima é de 180 km/h. A lista de equipamentos passa a contar com a central multimídia com tela de 8 polegadas sensível ao toque, compatível com Android Auto e Apple CarPlay via cabo. Quanto aos outros equipamentos, a gama completa traz sensores de estacionamento dianteiros, além dos traseiros que já existiam. De volta à minha avaliação prática, primeiro encarei as estradas até o sítio nas montanhas. Os novos bancos dianteiros com ventilação ajudaram bem a encarar o calor de mais de 35 graus – mas só depois que desativei o modo Eco, outra novidade que estava testando. Ele ajuda a reduzir o consumo (superei 12 km/l na estrada), mas o ar não dá conta do calor. Em ambos, o Toyota SW4 ficou mais “vivo”, resultado também da atualização na mecânica. preço do sw4 , o consumo do novo SW4 dói no bolso tanto quanto o preço cobrado pela Toyota. Mas com exceção dessa experiência, todos os assistentes de condução trabalham em perfeita harmonia, como uma equipe. Melhor que a do Toyota SW4 2.7 Flex, mas não tão boa quanto a do Jeep Commander 1.3 Turbo Flex. Os alemães da Mercedes gostam de mudar um pouco a lógica das coisas. Por isso, o limpador migra para o lado esquerdo da coluna, assim como o freio de estacionamento. Visualmente, impressiona mais que o Chevrolet até nos acabamentos das portas. O painel de instrumentos tem uma tela colorida de boa resolução e instrumentos com fundo azul - só poderiam dispensar de vez o reloginho digital no centro do painel... “Não é uma fatia muito grande de consumidores, tanto pela especificidade de uso como, principalmente, pela faixa de preços que eles atuam. Para se ter uma ideia, a nossa pesquisa encontrou um ticket médio para esses seminovos de R$ 181 mil, que está bem acima, inclusive, da média de preços de vendas de carros zero km no Brasil. O conjunto ainda conta com transmissão automática de 6 marchas e tração 4×4, assim como as outras versões do utilitário. Inicialmente, os rivais mais próximos seriam o Toyota SW4, com motor flex, o Mitsubishi Outlander 2.0 turbodiesel ou 3.0 V6 a gasolina, e o Land Rover Discovery Sport Flex. O ar-condicionado, além de ser automático de duas zonas, possui um controle de ventilação exclusivo para os bancos traseiros. E por lá, nada daquelas saídas de ar que gelam apenas as canelas. A Toyota equipa o SW4 com saídas no teto, e isso para as duas fileiras traseiras, sem miséria.
